Fuso Horário |
Europe/Bucharest |
Hora Padrão GMT / UTC |
UTC+2 |
Horário de Verão |
UTC+3 |
Fuso Horário |
Asia/Damascus |
Hora Padrão GMT / UTC |
UTC+3 |
Horário de Verão |
UTC+3 |
Deva é a capital do condado de Hunedoara, no oeste da Roménia, localizada nas margens do rio Mureş, com uma população de cerca de 60.000 pessoas. A cidade é famosa pelo Castelo de Deva, no topo de uma colina, uma fortaleza do século XIII situada num cone vulcânico com vistas panorâmicas que simbolizam a história da região. A economia de Dva baseia-se na indústria e nos serviços e é também um centro de transportes, ligando-a à região dos Cárpatos.
Dva tem uma longa história, registada pela primeira vez em 1269, e foi outrora uma fortaleza do Reino da Hungria. A cidade conserva edifícios medievais, como o castelo e a Igreja da Santa Cruz. Culturalmente, Deva tem museus, teatros e fica perto das ruínas da civilização Daciana, reflectindo a herança diversificada da Roménia. A cidade é conhecida pelo seu clima continental ameno, com quatro estações distintas, o que a torna adequada para viajar.
Deva é uma porta de entrada natural para explorar os Cárpatos, com o vizinho Parque Nacional de Retezat para caminhadas e eco-turismo. A vida na cidade é tranquila e dispõe de boas infra-estruturas, oferecendo recursos educativos e médicos. Sendo um importante centro regional na Roménia, Deva combina história e modernidade, atraindo visitantes para experimentar o seu encanto único.
Situada no noroeste do país, perto da fronteira com a Turquia, Alepo, na Síria, é uma das cidades mais antigas do país, com uma história de mais de 4000 anos. Sendo um importante ponto de trânsito comercial na antiga Rota da Seda, Alepo foi em tempos um dos centros comerciais mais movimentados do Médio Oriente e a sua posição estratégica fez dela uma encruzilhada onde várias civilizações se encontraram. A Cidade Antiga de Alepo, classificada como Património Mundial da UNESCO em 1986, ostenta a majestosa Cidadela de Alepo, a magnífica Mesquita de Ummayad e o sinuoso bazar tradicional (Bazar de Hamidiyah), que mostra a essência arquitetónica das civilizações árabe, bizantina e otomana. No entanto, desde 2011, Alepo tem sofrido graves danos durante o conflito sírio, destruindo alguns dos seus locais históricos, e os trabalhos de restauro estão a decorrer gradualmente, num esforço para reconstruir a vitalidade cultural e económica desta cidade milenar. Alepo não é apenas um símbolo da história da Síria, mas também um testemunho da coexistência das civilizações humanas.